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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O DIÁRIO DE NAVEGAÇÃO DA TENSEGRIDADE:



O QUE É A TENSEGRIDADE?

 
Outra questão recorrente é: "O que é Tensegridade?" A Tensegridade é a versão moderna de certos movimentos chamados "passes mágicos" desenvolvidos por índios xamãs que viveram no México em tempos anteriores à conquista espanhola.
"Tempos anteriosres à conquista espanhola" é o termo  que usava Don Juan Matus, um xamã índio mexicano que deu entrada a Carlos Castaneda, Carol Tiggs, Florinda Donner-Grau e Taisha Abelar, ao mundo cognitivo dos xamãs que viveram no México, de acordo com Don Juan, de 7.000 a 10.000 anos atrás.
Don Juan explicou a seus quatro discípulos que esses xamãs ou bruxos, como ele os chamava, descobriram através de práticas que ele não podia discernir, que os seres humanos são capazes de perceber a energia diretamente tal como ela flui no universo. Em outras palavras, de acordo com Don Juan,  estes xamãs asseguravam que qualquer um de nós pode interromper, por um momento, o nosso sistema de interpretação que converte o fluxo de energia  em dados sensorios próprios da classe de organismos que somos, (em nosso caso, macacos). Estes xamãs afirmavam que converter o fluxo de energia em dados sensóros, cria um sistema de interpretação que converte a energia que flui no universo, no mundo cotidiano que conhecemos. Don Juan continuou esclarecendo a seus discípulos que, uma vez que os antigos xamãs haviam estabelecido a validade da percepção direta de energia, a que chamaram ver, passaram a refiná-la aplicando-a em si mesmos. Isto é, percebiam-se uns aos outros, à vontade, como um conglomerado de campos energéticos. Ao perceber-se desta maneira, os seres humanos se assemelham à gigantescas esferas luminosas do tamanho dos braços estendidos, para os lados e para cima. Quando se percebe aos seres humanos como um conglomerado de campos energéticos, pode-se também perceber um ponto de intensa luminosidade localizado na altura das omoplatas, a cerca de um metro atrás deles.  Os videntes do México antigo que descobriram esse ponto luminoso concluiram que é ali onde se efetua a percepção e, por isso, chamaram-no de "o ponto de encaixe." Auxiliados pela sua capacidade de ver, eles perceberam que, neste ponto luminoso localizado no mesmo lugar na humanidade inteira, convergem quantidade astronómicas de filamentos luminosos que são os campos energéticos que constituem o universo inteiro. Ao convergir neste ponto, se convertem em dados sensoriais utilizáveis para os seres humanos como os organismos. Utilizar energia convertida em dados sensoriais era considerado, por aqueles xamãs, como um ato mágico: energia em geral transformada pelo ponto de encaixe em um mundo verdadeiro e abrangente, no qual os seres humanos, como organismos podem viver e morrer. Aqueles xamãs atribuíam o ato de converter o fluxo de energia pura em um mundo perceptível a um sistema de interpretação. Sua avassaladora conclusão – avassaladora para eles, é claro, e talvez para todos aqueles que tenham suficiente energia para prestar atenção - foi que o ponto de encaixe não é únicamente o lugar onde se realiza a percepção ao converter o fluxo de enrgia pura em dados sensoriais, mas também é o lugar onde se realiza a interpretação de dados sensoriais. Sua seguinte observação avassaladora foi que o ponto de encaixe se desloca de sua posição habitual de uma maneira muito natural durante o sonho. Eles descobriram que, quanto maior é este deslocamento, mais estranho são os sonhos que o acompanham. Aqueles xamãs passaram destas observações de vidente à ação pragmática do deslocamento voluntário do ponto de encaixe. Ao resultado destas ações práticas, deram o nome de a arte de ensonhar. Eles definiram a arte de sonhar como a utilização pragmática de sonhos ordinários para criar uma porta de entrada para outros mundos através do deslocamento voluntário do ponto de encaixe e o ato de mantê-lo fixo nesta nova posição também através de um ato voluntário. As observações daqueles xamãs para praticar a arte de ensonhar, eram uma mescla de raciocínios e ver a energia diretamente, tal como flui no universo. Deram-se conta de que, na sua posição habitual, o ponto de encaixe é o lugar inde converge uma minúscula porção dos campos energéticos que formam o universo, mas, se o ponto de encaixe muda de posição dentro da esfera luminosa, outra porção mínima de campos energéticos converge nele. O resultado é um novo fluxo de dados sensoriais: campos de energia diferentes dos habituais se convertem em dados sensoriais, e estes diferentes campos energéticos são interpretados como um mundo diferente.
A arte de ensonhar se converteu na prática mais absorvente para aqueles xamãs. No curso desta prática, experimentavam estados de bem estar físico inigualáveis. Na tentativa de reproduzir estes estados em suas horas de vigília, descobriram que podiam repetí-los se executassem certos movimentos corporais. Seus esforços culminaram com decobrimento e o desenvolvimento de um grande número de movimentos que chamaram de passes mágicos. Os passes mágicos daqueles bruxos do México antigo se tornaram o seu bem mais precioso. Encheram-nos de mitos e mistérios e os transmitiam únicamente a seus iniciados em tremendas cerimônias ritualísticas e secretas. Esta foi a maneira pela qual Don Juan Matus transmitiu-os aos seus quatro discípulos, que, sendo os últimos elos de sua linhagem, chegaram à unânime conclusão de que, continuar o segredo dos passes mágicos ia contra o seu interesse de tornar o mundo de Don Juan acessivel àqueles que o procuram. Por isso, decidiram resgatar os passes mágicos de estado secreto e ritualístico. Criaram assim a Tensegridade, termo que pertence à arquitetura e significa "a propriedade de estruturas que empregam membros de tensão continua e membros de tensão descontínua, de modo que cada membro opera com máxima eficiência e economia.” Este é um termo extremamente apropriado, ja que é uma mesclade dois termos: tensão e integridade, expressões que denotam as duas forças motrizes dos passes mágicos.

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EL DIARIO DE NAVEGACION DE LA TENSEGRIDAD


¿ QUÉ ES LA TENSEGRIDAD?

 
Otra pregunta que se repite es: “¿Qué es la Tensegridad?” La Tensegridad es la versión moderna de ciertos movimentos llamados “pases mágicos” desarrollados por chamanes índios que vivieron en México en tiempos previos a la conquista española.
“Tiempos previos a la conquista española” és el término que usaba don Juan Matus, un índio chamán mexicano que dio entrada a Carlos Castaneda, Carol Tiggs, Florinda Donner-Grau y Taisha Abelar, al mundo cognitivo de los chamanes que vivieron en México, de acuerdo con don Juan, de 7,000 a 10,000 años ha.
Don Juan les explicó a sus cuatro discípulos que esos chamanes o brujos, como él los llamaba, descobrieron a través de prácticas qué él no podia discernir, que los seres humanos son capaces de percibir energía directamente  tal como fluye en el universo.  En otras palavras, de acuerdo con Don Juan, esos chamanes aseguraban que cualquiera de nosotros puede interrumpir, por un momento, nuestro sistema de interpretación que convierte el flujo de energía en dados sensórios propios de la clase de organismos que somos (en nuestro caso, simios). Esos chamanes aseguraban que convertir el flujo de energía en datos sensórios crea un sistema de interpretación que convierte la energía  que fluye en el universo en el mundo cotidiano que conocemos.
Don Juan continuó aclarando a sus discípulos que una vez que esos antiguos chamanes hubieron establecido la validez de la percepcion directa de energia, a la que chamaron ver, procedieron a refinarla aplicándosela a sí mismos. Esto es, se percibían, los unos a los otros, a voluntad como un conglomerado de campos energéticos. Al percibirse de esta manera, los seres humanos se asemejan a unas gigantescas esferas luminosas del tamaño de los brazos extendidos, a los lados y hacia arriba.
Cuando se percibe a los seres humanos como un conglomerado de campos energéticos, se puede también percibir un punto de intensa luminosidad localizado a la altura de los omóplatos, más o menos a un metro de distancia detrás de ellos. Los videntes del México antiguo que descubrieron esto punto luminoso concluyeron que es allí donde se efectúa la percepción y, debido a esto, lo llamaron “el punto de encaje”. Ayudados por su capacidade de ver, se dieron cuenta de que en este punto luminoso ubicado en el mismo sitio en la humanidade entera, convergen cantidades astronómicas de filamentos luminosos que son los campos energéticos que constituyen el universo entero. Al convergir en este punto, se convierten em datos sensórios utilizables para los seres humanos como organismos. Utilizar energia convertida en datos sensórios era considerado por aquellos chamanes como un acto mágico: energía en general transformada por el punto de encaje en un mundo verdadero e inclusivo en el que los seres humanos, como organismos, pueden vivir y morir. Aquellos chamanes atribuían el acto de convertir el flujo de energia pura en un mundo perceptible, a un sistema de interpretación. Su avasalladora conclusion – avasalladora para ellos, por supuesto, y quizá para todos aquellos que tengan suficiente energia para prestar atención – fue que en punto de encaje no es unicamente el lugar donde se realiza la percepción al convertir el flujo de energía pura em datos sensórios, sino que también es el lugar donde se realiza la interpretación de datos sensorios.  
Su seguiente avasalladora observación fue que el punto de encaje se desplaza de su posición habitual, de una manera muy natural, durante el sueño. Descubrieron que cuanto mayor es este desplazamiento, más extraños son los sueños que lo acompañam. Aquellos chamanes pasaron de estas observaciones de vidente a la acción pragmática del desplazamiento voluntario del punto de encaje. Al resultado de estas acciones práticas lo llamaron el arte de ensoñar.
Definieron el arte de ensoñar como la utilización pragmática de los suenõs ordinários para crear una entrada a otros mundos, por medio del desplazamiento voluntario del punto de encaje y el acto de mantenerlo fijo en la nueva posición, también a através de um acto voluntario. Las observaciones de aquellos chamanes, al practicar el arte de ensoñar, eran uma mezcla de raciocínios y ver energia diretamente tal como fluye en el universo.  Se dieron cuenta de que en su posición habitual, el punto de encaje es el lugar donde converge cierta minúscula porción de los campos energéticos que forman el universo, pero si el punto de encaje cambia de posición, dento de la esfera luminosa, outra porción mínima de campos energéticos converge en él. El resultado es um nuevo flujo de datos sensorios: campos de energia diferentes de los habituales se convierten em datos sensórios, y estos diferentes campos energéticos son interpretados como un mundo diferente.
El arte de ensoñar se convirtló en la práctica más absorbente para aquellos chamanes. En el curso de esta práctica, experimentabam estados de bienestar físico sin igual. Al tratar de duplicar estos estados en sus horas de vigília, descubrieron que podían repetirlos si ejecutaban ciertos movimientos corporales. Sus esfuerzos culminaron com el decubrimiento y desarrollo de un gran número de movimientos a los que llamaron pases mágicos.
Los pases mágicos de aquellos brujos del México antiguo se convierteron en su posesión más preciada. Los rodearon de mitos e mistério, y los transmitían, únicamente a sus iniciados, en tremendas ceremonias rituales y secretas. Esta fue ela manera que don Juan Matus se los transmitió a sus cuatro discípulos, quienes, al ser los últimos eslabones de su linaje, llegaron a la unánime conclusión de que continuar con el secreto de los pases mágicos era contrario a su interés de hacer el mundo de don Juan accesible a quienes los buscan. Por lo tanto, decidieron rescatar los pases mágicos de su estado secreto y ritual. Crearon así la Tensegridad, término que pertenece a la arquitectura, y que significa “la propiedad de armazones que emplean membros de tensión continua y membros de compresión discontinua, de tal manera que cada membro opera com máxima eficiência e economía.”
Este es um vocablo sumamente apropriado, ya que es uma mezcla de dos términos tensión y integridad, expresiones que denotan las dos fuerzas impulsoras de los pases mágicos. 

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

DÚVIDAS SOBRE O CAMINHO DOS GUERREIROS

QUEM SÃO OS CHACMOOLS?
Uma das perguntas que tem se repetido com grande insistência se refere a quem são as três pessoas que até agora têm ensinado nos seminários e oficinas: Kylie Lundahl, Reni Murez e Nyei Murez. têm sido chamadas de "os chacmools". Este é um termo tomado do nome que foi dado a algumas figuras humanas maciças que se encontram nas pirâmides de Tula e Yucatan, no México. Os eruditos tem classificado estas figuras de homens reclinados com incensários, colocados nas portas das pirâmides, mas don Juan acreditava que eram representações de guerreiros guardiões que protegiam as pirâmides enquanto sitios de poder. 
Estas figuras foram inicialmente encontradas no povoado Maia de Chacmool, daí o seu nome. As três pessoas préviamente mencionadas se encaixam nessa categoria geral de guerreiros guardiões descrita por don Juan. No entanto, é errôneo acreditar que elas três, por si mesmas, constituam esta categoria de guerreiros. À elas três foi delegado, até agora, a responsabilidade de sustentar a idéia de um guerreiro guardião. Qualquer um de nós que aceite a responsabilidade de guardar torna-se, ipso facto, em chacmool. Carlos Castaneda, como o diretor nominal deste empreendimento de liberdade, é o chacmool de todos os praticantes sob sua tutela, da mesma maneira o é Carol Tiggs, a mulher nagual.
Sobre Kylie Lundahl, Reni Murez e Nyei Murez recai a responsabilidade de serem as primeiras a aplicar, na vida diária, certos movimentos chamados passes mágicos, descobertos e desenvolvidos por xamãs que viveram no México em tempos antiquíssimos. A honra e o prazer de apresentar o estes passes mágicos ao público em geral, tem sido também parte da conquista destas três pessoas. O fato de tê-los tornado públicos, deveia tê-las libertado; deveria haver rompido ainda mais seus laços com a importância pessoal que rege os atos da vida diária. Idealmente, a Tensegridade deveria libertar quem a pratica, e os três chacmoles, conhecidos pelos participantes de nossos seminários e oficinas, deveriam ter aproveitado esta situação. No entanto, a novidade de dar ao público algo que foi tão secreto como os passes mágicos, causou uma comoção energética que não tinhamos como prever, e os chacmoles sucumbiram à importância pessoal. 
Depois de dizer adeus e agradecer ao público pela atenção e apoio, no seminário de e oficina de 9 e 10 de dezembro de 1995, as três dirigiram-se a um outro nível entre os muitos que o caminho do guerreiro implica. Partiram para pôr à prova sua disciplina sob circunstâncias indetermináveis.
Chacmool

INDAGACIONES Y PREGUNTAS ACERCA DEL CAMINO DEL GUERRERO

¿QUIÉNES SON LOS CHACMOLES?

Una de las preguntas que se ha repetido con gran insistencia se refiere a quienes son las tres personas que hasta ahora han enseñado los seminarios y talleres: Kylie Lundahl, Reni Murez y Nyei Murez, y que han sido llamadas "los chacmoles". Este es un término tomado del nombre dado a unas masivas figuras humanas encontradas en las pirámides de Tulay Yucatán en México. Los eruditos han clasificados esas figuras de hombres reclinados como incensarios colocados en las puertas de las pirámides, pero don Juan Matus creía que era representaciones de guerreros guardianes que protegían las pirámides como sitios de poder.
Estas figuras fueran halladas primero en el pueblo maya de Chacmol, de ali el nombre. Las tres personas previamente mencionadas encajan en esta categoria general de guerreros guardianes descrita por don Juan. Sin embargo, es erróneo creer que ellas tres, por sí mismas, constituyen esta categoria de guerreros. A ellas tres les ha tocado, hasta ahora, la responsabilidad de sustener la idea de guerrero guardián. Cualquiera de nosotros que acepte la responsabilidad de custodiar se convierte, ipso facto, en chacmol. Carlos CAstaneda, como el director nominal de esta empresa de liberdad, es el chacmol de todos los practicantes bajo su tutela, de esa misma manera lo es Carol Tiggs, la mujer nagual. 
A Kylie Lundahl, Reni Murez y Nyei Murez, les ha tocado la responsabilidad de ser las primeras en aplicar a la vida diaria ciertos movimientos llamados pases mágicos, descubiertos e desarollados por chamanes que vivieron en México en tiempos antiquísimos. El honor y el placer de presentar estos pases mágicos al público en general ha sido también parte del logro de estas tres personas. El hecho de hacerlos públicos debería de haberlas liberado; debería de haber cortado aún más sus lazos con la importancia personal que rige los actos de la vida diaria. Idealmente, la Tensegridad debería liberar a quienes la practican, y los tres chacmoles, conocidos por los participantes de nuestro seminariosy talleres, deberían de haber aprovechado esta situación. Desventuradamente, la novedad de dar al publico algo que fue tan secreto como los pases mágicos, causó una commócion energética que no tuvimos manera de anticipar, y los chacmoles sucumbieran a la importância personal. 
Después de decir adiós y dar gracias ao público por su atención y apoyo en el seminario y taller del 9 y 10 de deciembre de 1995, las tres se dirigieron a otro nivel de los muchos que el camino del guerrero implica. Partiran para poner a prueba su disciplina bajo circunstancias indeterminables.  

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QUERIES ABOUT THE WARRIORS' WAY


WHO ARE THE CHACMOOLS?

One of the questions that has been asked with remarkable insistence has to do with the three persons who have been teaching the seminars and workshops so far: Kylie Lundahl, Reni Murez and Nyei Murez. They have been called "the chacmools." This is a term taken from the name given to some massive human figures found in the pyramids of Tula and Yucatan in Mexico. Archeologists have classified those massive figures of reclining men as incense burners set at the doors of the pyramids, but don Juan Matus believed that they were representations of warrior guardians that protected the pyramids as sites of power.
These figures were first encountered in the Mayan town of Chacmool, hence the name "chacmool." The three persons mentioned above fit into this general category of warrior guardian described by don Juan. However, it is erroneous to believe that the three of them by themselves constitute this category of warrior. The three of them are the ones on which has rested, so far, the responsibility of sustaining the idea of a warrior guardian. Any one of us who accepts the responsibility of guarding becomes, ipso facto, a chacmool. Carlos Castaneda, as the nominal head of our enterprise of freedom, is the chacmool of all practitioners under his tutelage, and by the same measure, so is Carol Tiggs, the nagual woman.
On Kylie Lundahl, Reni Murez and Nyei Murez falls, nevertheless, the burden of having been the first ones to apply to dayly living some movements called magical passes discovered and developed by shamans who lived in Mexico in ancient times ; on these three women falls also the joy and the honor of having brought those magical passes to the public in general. And the act of bringing them out, would have released them; it would have further cut their ties with the self-importance that rules the acts of everyday life. Ideally, Tensegrity should have bring freedom to its practitioners, and the three chacmools known to the participants in our seminars and workshops should have profit from this situation. Unfortunately, the novelty of giving the public something that was so secret as the magical passes, caused aenergy commotion that we had no means to anticipate and the chacmools have succumbed to the self-importance.  
After saying goodbye and thank the audience, in the seminar and workshop of December 9 and 10 of 1995, the three of them went to another level among the many that the warrior's way implies. They set out to test their discipline under indeterminable circumstances.

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domingo, 16 de setembro de 2012

LA VOIE DU GUERRIER VUE COMME UN PARADIGME PHILOSOPHICO-PRATIQUE

 LA VOIE DU GUERRIER VUE COMME UN PARADIGME PHILOSOPHICO-PRATIQUE.

Une premisse de la voie du guerrier sera discutée dans chacune de nos éditions.

NOUS SOMMES DES PERCEVEURS. C'est la première prémisse de la voie du guerrier, dans la forme sous laquelle don Juan Matus l'a enseignée à ses disciples. Cela ressemble à une déclaration tautologique : la réaffirmation de l'évidence ; quelque chose comme dire un chauve est quelqu'un qui n'a pas de cheveux, mais ce à quoi nous avons affaire ici n'est pas une tautologie. Dans le monde des sorciers, cela se réfère au fait que nous sommes des organismes dont la tendance de base est la perception. Nous sommes des perceveurs, et cela, selon les sorciers, est la seule source à partir de laquelle nous pouvons établir notre stabilité et obtenir notre orientation dans le monde.Don Juan Matus disait à ses disciples que les êtres humains en tant qu'organismes accomplissent une manœuvre prodigieuse qui, malheureusement, donne à la perception une fausse façade ; ils prennent l'influx de l'énergie pure et la transforment en données sensorielles, qu'ils interprètent suivant un système d'interprétation strict que les sorciers appellent la forme humaine. C'est cet acte magique d'interpréter l'énergie pure qui produit la fausse façade : la conviction particulière de notre part que notre système d'interprétation est tout ce qui existe. Don Juan expliquait qu'un arbre, tel que nous connaissons l’arbre, est plus de l'interprétation que de la perception. Il disait que pour traiter avec l'arbre, tout ce que nous avions besoin c'était un coup d'œil superficiel qui ne nous apprenait pas grand chose. Le reste était un phénomène qu'il décrivait comme l'appel de l'intention : l'intention de l'arbre. C’est à dire, l'interprétation des données sensorielles provenant de ce phénomène spécifique que nous appelions arbre.Et tout comme dans cet exemple, le monde entier est pour nous composé d'un répertoire infini d'interprétations où nos sens jouent un rôle minime. En d'autres mots, seul notre sens visuel prend contact avec l'influx d'énergie qui est l'univers, et il le fait d'une manière vraiment minimale. Les sorciers soutiennent que la plus grande partie de notre activité perceptive est de l'interprétation ; ils soutiennent que les êtres humains sont le genre d'organismes qui ont besoin d'un apport infime de véritable perception pour créer leur monde, ou que le peu qu'ils perçoivent est suffisant pour alimenter leur système d'interprétation. Prétendre que nous sommes des perceveurs est une tentative de la part des sorciers pour nous renvoyer à notre origine ; pour nous renvoyer à ce que devrait être notre état originel : la perception.

Numero 1, Volume1 - LA VOIE DU GUERRIER


QU'EST-CE QUE L'HERMÉNEUTIQUE ?

L'herméneutique a d'abord été une méthode pour interpréter les textes sacrés, essentiellement les textes bibliques. Plus tard, elle s’est étendue à l'interprétation des textes littéraires et des textes en général, et finalement, c'est aujourd'hui une méthode philosophique qui traite de l'interprétation des aspects historiques, sociaux, psychologiques, etc., de notre monde.
On dit que c’est une méthode parce que c'est une manière, un mode opératoire, une façon systématique pour aborder un sujet d’investigation. L'herméneutique, en tant que méthode philosophique, cherche à examiner les bases qui structurent les différents aspects de notre monde, et à dévoiler, à exposer leurs présuppositions.
Ce que nous proposons de faire dans ce journal d'herméneutique appliquée, c'est d’adopter le point de vue exposé par don Juan Matus, un sorcier indien Yaqui du Mexique, et de décrire la manière dont lui et d'autres sorciers comme lui interprétaient les aspects sociaux, historiques, psychologiques, etc., de leur monde.De là notre intention de faire ressortir l’idée de sens pratique des sorciers, par opposition aux pensées purement abstraites d'une méthode philosophique; et par conséquent, notre proposition de l'appeler un journal d'herméneutique appliquée.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

THE WARRIORS' WAY VIEWED AS A PHILOSOPHICAL-PRACTICAL PARADIGM

THE WARRIORS' WAY VIEWED AS A PHILOSOPHICAL-PRACTICAL PARADIGM.

One premise of the warriors' way will be discussed in every one of our issues.
WE ARE PERCEPTORS. This is the first premise o the warriors' way, according to the form in which don Juan Matus taught it to his disciples. It seems to be a tautological statement: the reassertion of the obvious; something like saying a bald man is one that doesn't have hair, but it is not tautology, what we have here. In the sorcerers' world, it refers to the fact that we are organisms whose basic orientation is perceiving. We are perceptors, and that, according to sorcerers, is the only source from which we could establish our stability and obtain our orientation in the world.
Don Juan Matus told his disciples that human being as organisms perform a stupendous maneuver which, unfortunately, gives perception a false front; they take the influx of sheer energy and turn it into sensory data, which they interpret following a strict system of interpretation which sorcerers call the human form. This magical act of interpreting pure energy gives rise to the false front : the peculiar conviction on our part that our interpretation s stem is all that exists. Don Juan explained that a tree as we know tree is more interpretation than perception. He said that for us to deal with tree, all we need is a cursory glance that tells us hardly anything. The rest is a phenomena which he described as the calling of intent: the intent of tree, that is to say, the interpretation of sensory data pertaining to this specific phenomena that we call tree.
And just like this example, the whole world for us is composed of an endless repertoire of interpretations where our senses play a minimal role. In other words, only our visual sense touches the energy influx which is the universe, and it does so only minimally. Sorcerers maintain that the majority of our perceptual activity is interpretation ; they maintain that human beings are the kind of organisms that need a minimal input of sheer perception in order to create their world or, that they perceive only enough to serve their interpretation system. To assert that we are perceptors is an attempt on the part of sorcerers to push us back to our origin; to push us back to what should be our original stand : perceiving.

Number 1 of Volum 1 - THE WARRIOR´S WAY

WHAT IS HERMENEUTICS ?

Hermeneutics was first a method for interpreting sacred texts, essentially Biblical texts. Later, it covered the interpretation of literary texts and texts in general, and finally as it stand today, it is a philosophical method that deals with the interpretation of the historical, social, psychological, etc., aspects of our world.
It is called a method because it is a manner or mode, a systematic way to approach a topic of inquiry. Hermeneutics as a philosophical method seeks to examine the bases that structure the different aspects of our world and to lay bare their presuppositions.
What we propose to do in this journal of applied hermeneutics is to take the position delineated by don Juan Matus, a Yaqui Indian sorcerer from Mexico, and to describe the way which he and other sorcerers like himself interpreted the social, historical, psychological, etc., aspects of their world.
Thus our intention to emphasize the sorcerers' idea of practicality as opposed to the purely abstract reflection of a philosophical method; hence, our proposal to call it a journal of applied hermeneutics.
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